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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Amor à primeira vista

Dizem que é súbito e avassalador.
Há quem lhe prefira chamar atracção à primeira vista, ou sexo, puro e simples. Seja o que for, é algo que nunca mais se esquece. Diz a jornalista Júlia Serrão.

Mas afinal, amor à primeira vista existe ?

Segundo as estatísticas, somente um em cada dez casais afirma ter se apaixonado à primeira vista, mas mesmo que a impressão inicial não seja aquela que persista, não dá para descartar sua importância.
Se a primeira impressão foi boa, a medida que os encontros aumentam, crescem também o conhecimento, a familiaridade e há mais possibilidades de que isso se transforme em uma relação duradoura.
No lado oposto, se a primeira impressão foi negativa ou desfavorável, é preferível interromper o contato, deixar que se passe um tempo para que essa sensação se desfaça e, depois, tentar em uma nova oportunidade que a relação dê certo.

Está tudo escrito aí no seu código genético. Tá, ainda não é bem no seu, mas no das moscas estudadas por pesquisadores da Universidade de Cornell
Eles descobriram que as fêmeas sentem biologicamente quando algum macho é geneticamente compatível com elas, produzindo até mais ovos ao cruzarem com eles do que quando cruzam com outros machos, considerados fraquinhos. Isso tudo ali, na primeira impressão.
Segundo os estudiosos, nosso organismo é muuuuito diferente do das moscas, mas é bem possível que as mulheres tenham desenvolvido um mecanismo parecido para acertar na escolha. Pronto. Agora você pode justificar cientificamente porque está completamente apaixonada por aquele cara que acabou de encontrar quando saía do banheiro do restaurante. Rsrs...

E você, acha que acerta na mira, assim, de primeira?